Uma conversa interessante que aconteceu no 3o. Fórum Nacional de Tarô, em Belo Horizonte, MG, foi uma pegada de autoconhecimento. O quanto de nós aprendemos com o tarot e seu estudo e sua divinação? Muito, sem dúvida. Mas, como dizem nenhum homem é uma ilha. E dificilmente o que
prevemos ou que estudamos está impune do contato com o outro.
Sim, somos um em 6 bilhões e tanto de pessoas e sempre encontramos ressonâncias e dissonâncias entre os que nos cercam. Atitudes de desconhecidos que nos emocionam e tocam. Fazeres daqueles que convivemos geralmente são foco das leituras de tarot... e buscando um entendimento disso, acabamos percebendo as nossas próprias atitudes.
Nos projetamos o tempo todo nas pessoas. E são os movimentos do outro que revelam, por exemplo, um 3 de espadas. Sem dúvida, é um exemplo bastante evidente, mas que vale pensar: se não é a nossa ressonância com as palavras dos outros, seria o nosso coração perfurado?
3 de copas. O que faríamos sem os amigos para celebrar?
O Carro. Elevamos a alma a medida de que trilhamos o caminho reto e disciplinado o qual é cercado de outras pessoas. Atropelamos alguém? Paramos para que o outro passe? O que é o sucesso sem o reconhecimento?
E daí mais 75 exemplos...
Não tem por onde. O aprendizado da vida sempre se dá em relação ao outro. Como conviver bem? Como lidar? O que fazer? Aprendemos sobre nós mesmos porque nos vemos em círculos sociais que depertam escolhas, atitudes. Não sabemos o que damos conta sem o desafio que a vida humana, que o convívio humano prorpociona. Nem haveria parâmetros. Nem haveria quem admirar. Nem haveria quem afastar. Seríamos um lago de águas paradas. Ensimesmados.
Só sabemos quem somos e o que podemos quando temos o outro para interagir. Sozinho, ninguém se supera... se inspira... vive...
Pietra, que acredita na coletividade
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