Boas vindas a quem chega!

Este é um blog destinado a falar de tarot. Para escrever sobre tarot e suas infinitas possibilidades. Para ler tarot, presencialmente ou online.

Para agendar a sua leitura, entre em contato: pietratarot@icloud.com

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Curso online de Arcanos Menores - junho


Nova turma!
O curso online de Arcanos Menores vai abrir, a partir da segunda semana de junho, turmas a noite.
É um encontro, via Skype, semanal no qual estudamos os naipes, seus simbolismos, os números das cartas e como lidar com os arcanos menores mais tradicionais até os mais ilustrados e contemporâneos.

Para mais informações, deixe seu comentário ou me escreva: dichiaroluna@gmail.com

Pietra



domingo, 29 de maio de 2011

Existe um deck mais fácil para ler?

Essa foi uma pergunta que me fizeram ontem no encontro presencial do Chá de Tarot. Se existe um deck que seja mais fácil para quem esteja aprendendo a ler tarot...

Encafifei... Será que isso existe mesmo? Quero dizer, houve um tempo que o que se tinha no mercado era basicamente o Marselha, o Waite-Smith e quiçá, o Thoth... Mas, o tempo passou e muitos artistas tarólogos ou tarólogos artistas acabaram por nos presentear com muitos decks lindos, boas ideias: ou seja, um universo IMENSO de possibilidades.

Hoje temos tarot de cigano, de celta, de romano, de fada, de planta, de deusas, de deuses, alquímicos, esotéricos, das donas de casa... e misericórdia, acho que de mais tudo que podemos pensar.

E aí? E quem está começando agora, arranhando a superfície desse nosso universo?
Qual é o melhor deck para se aprender a ler?

Vou falar da minha história. Eu aprendi a ler com o Mitológico, da Liz Greene. Para mim, foi excelente, porque eu sempre me liguei em mitologia grega. E até hoje, carrego em mim, palavras da Liz Greene, ideias como os não-reversos ou como algumas coisas dos arcanos menores ficaram marcados em mim.

Força, Waite-Smith deck.
Imagino, então, que, quando temos um primeiro deck com o qual aprendemos, ganhamos uma marca forte. Agora, imagina você ser o responsável por deixar essa marca? Quando a pessoa me perguntou isso ontem, me deu um gelo no estômago porque eu estamos prestes a fazer essa marca na pessoa.

Então, sem pensar muito em melhor ou pior, eu dei minha opinião... "Acho que é legal você começar com um Waite-Smith." E por quê eu fiz isso? Simples. Porque é um deck muito popular, comum eu até diria e isso é uma coisa boa. Pois se torna uma grande referência. A pessoa que começar com ele, vai encontrá-lo em muitos artigos na rede, vai ver suas imagens em muitos lugares e vai dialogar com ele e com o mundo. Além de acreditar que as pessoas hoje se sentem mais à vontade com pips ilustrados.

Eu nunca diria que um deck é melhor que outro... porque tarot tem sua dose de Arte e de Subjetividade, ou seja, as emoções que um deck suscita para mim, pode ser muito diferente para outras pessoas... Vide o Deviant Moon... sabe quando o santo não bate? Mas, a experiência do primeiro deck é a mais, senão uma muito importante.

Agora, se alguém te fizer essa pergunta, o que você responde?

Pietra

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Kindle: uma fonte de leitura e escrita - de tarot

Há pouco mais de uma semana, baixei o app do Kindle no iPhone e preciso dizer que é uma coisa muito prática. Primeiro que facilita o acesso que temos a livros que, se comprassemos na Amazon.com demorariam pelo menos um mês para chegar e claro, diminui um tanto o tanto de papel que temos no mundo.
O Kindle, em si, é um reader. Você pode ter o aparelhinho, que vende na Amazon... é quase um tablet. Mas, para facilitar a vida de todos, existem vários apps disponíveis: de iPhone e Mac a PC e Android. E se vc baixa o aplicativo num dispositivo móvel e no seu computador, eles se ligam automaticamente, atualizando onde vc já leu, que livros comprou etc e tal.
 
E isso facilita a leitura, porque tudo é ajustável e móvel. Você carrega seu dispositivo móvel, tem seu livro, pode fazer várias marcações nele - inclusive notas.
 
E depois da propaganda do Kindle em si, preciso contar um pouco dos livros que estou lendo, na verdade um com mais afinco que outro, dadas as necessidades do meu curso de arcanos menores. Comprei 2 livros da Mary Greer: 21 ways to read a tarot card e Understanding the Tarot Courts. E o último é o meu queridinho do momento. Primeiro que a autora é ótima. Ela tem muito estofo e muito tempo de estudo e prática. Além de ter um blog muito bem cuidado e cheio de informações práticas e teóricas. Segundo que o livro além de ótimas informações e de ser, efetivamente, fonte de estudo, traz muitos exercícios práticos que nos ajudam a exercitar (literalmente), compreender e perceber novas nuances do tarot que usamos e trabalhamos.
 
Understanding the Tarot Courts nos leva a diversos planos e possibilidades das cartas de cortes, que em geral, são consideradas encardidas para muita gente. Eu, pra falar a verdade, nunca tive uma grande questão com elas. Comecei a entendê-las melhor com os podcasts da Ginny Hunt - 78 notes to self - que ajudam a ver uma perspectiva histórica da coisa, o que nos afasta de apenas dizer que se trata de uma pessoa alta e morena, de mais ou menos 30 anos e muito eloquênte (cavaleiro de espadas).
 
Mary Greer mostra que as cartas de corte podem ser pessoas, claro. E pessoas que conhecemos. Que convivem com a gente. E que podem, inclusive, serem cartas de corte reversas e que dão muita dor de cabeça. Mas também podem falar de signos, posições, arquétipos humanos, pessoas da família, que podem estar dentro de nós como professores internos ou mesmo, nossas sombras, demonstrando comportamentos que talvez julguemos ou não entendamos.
 
Eu penso que lidar com cartas de corte, talvez como todas as outras, precisa ser um exercício que se faz sem medo, ou seja, sem ter chilique se uma carta de corte aparece na jogada. Que é preciso discernimento, pois não podemos ser fatalistas ou criar falsas esperanças. E que o mais importante é a percepção - que vem junto com a experiência - como se relacionam essas cartas? Que outros arcanos estão a sua volta?

Pietra

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Aprendi no Dia Mundial do Tarot

Encontro do Dia Mundial do Tarot em SP
Reuniões de tarot são maravilhosas. A gente nem precisa de pauta e a coisa acontece...

Para a reunião em honra do Dia Mundial do Tarot levamos diferentes decks e muita vontade de bater papo, conhecer gente nova e aprender coisas novas. Porque não tem jeito. Sempre aprendemos uma coisa nova!

E a coisa mais emblemática aprendida hj me foi ensinada pela amiga Petrucia Finkler. Falavamos de embaralhar as cartas. E preciso dizer... eu acho que é uma coisa meio tricky, meio que tem um "pulo do gato". E não é que tem mesmo?

Petrucia me falou de como fazendo o embaralhar de uma forma distinta e respeitosa: com o deck em pé e trazendo as cartas de trás para frente fazemos: 1o. uma distinção entre um baralho de tarot e seu trabalho de um baralho de cartas de jogar; de como nos relacionamos com o oráculo e que isso é a dignidade e o respeito pelo tarot e por tudo que ele representa. 2o. que estamos colocando o futuro sobre o passado. Ou seja, aprendemos com o que passou, mas não, necessariamente o perpetuamos.

Também aprendi um pouco sobre cartas ciganas... e conheci decks lindos, como o Circle of Life Tarot, o Manga Tarot, coloquei as mãos no Mother Peace e o mini White Cats Tarot.

O meu companheiro do dia foi o Housewives.

Tarot... tem como não amar?
Pietra

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dia Mundial do Tarot - 25 de maio

Conheça os videos que já estão online... http://www.youtube.com/user/WorldTarotDay

Hoje faremos nosso encontro e, mais tarde, conto tudo pra vcs!

Bjos e celebremos! Pq hj é o dia!!!

Dessa lua cheia, O Mago

Sun & Moon Tarot
Mago... ele vai, ele volta... ele sobe no palco e faz seu show.

Eu penso em coelhos na cartola. Eu penso em truques. E penso tanto em quanto podemos nos surpreender com as coisas e quanto podemos mesmo nos deixar levar por algumas coisas. Simplesmente porque é divertido.

Acho que a mente muito analítica do 6 de espadas ganha novas ideias quando relaxa e se diverte com O Mago, com suas invencionices...

Eu não sou muito de circo ou de mágicas e coisas assim... mas é preciso admitir: tem horas que é divertido... e tem horas que é muito misterioso.

Eu penso muito em filmes de mágicos quando O Mago pinta... O Ilusionista, com o Edward Northon que é um mágico chamado Eisenheim e seus truques espantam e mostram para as pessoas coisas que elas parecem querer ver... é uma compleição de ansiedades. O que me chama a atenção nele é que, com tudo isso, ele chega a uma verdade e coloca o que precisa em seu devido lugar... Mágica pode ser desvio... deviation para chegar à verdade.

Em outro filme, O Grande Truque, com Hugh Jackman e Christian Bale, os dois mágicos brigam, literalmente, pelo melhor truque... por quem efetivamente sai por cima. E essa busca leva ao entendimento de novas tecnologias, de relacionamentos humanos... e como podemos ser, externamente, uma mesma coisa sempre, porém, ali dentro, podemos mudar... mas também manipular. No final das contas, aqui também, tudo que é preciso ficar no lugar, fica... mesmo que frente a grandes sacrifícios.

Eu recomendo que se assista a ambos... São visões muito interessantes dO Mago.

Mágica... magia... tecnologia... Acho que estamos em reinos vizinhos... senão o mesmo com nomes diferentes.

O que O Mago te inspira?
Pietra

segunda-feira, 23 de maio de 2011

The Tarot Game

Eu, jogando The Tarot Game via Skype.
Semana passada tive uma oportunidade única!

Via Facebook, entrei em contato com a criadora do jogo The Tarot Game e, ela ofereceu uma rodada do jogo para os primeiros 3 que respondessem o chamado. Fui a segunda!!

E foi uma oportunidade única.

Jogamos via Skype, uma vez que ela mora em Los Osos, California e eu, bem, aqui na Terra Brasilis.

A ideia do jogo é fazer uma leitura de tarot de uma forma bem lúdica e interativa. Os participantes usam dois decks, trocam moedas, que são as bênçãos, Blessings, e terminam o jogo com uma afirmação sobre sua leitura e com algumas respostas interessantes. Com ele, também contamos histórias e vamos descobrindo como, naquilo que vamos trocando de informações, podemos também aprender: com os outros, e com as leituras e com as cartas que aparecem.

O jogo tem dados, tabuleiro e pecinhas - que são pedras... E tem cartinhas... e tem uma folha de leitura, que pode ser também o diário de leituras de tarot. Para começar é importante: fazer uma pequena meditação para acalmar-se e entrar no clima do jogo. Ter um tema: sobre o que vai ser a leitura que o jogo proporcionará? E o jogo pode ser jogado em até 6 pessoas - e também fazer um jogo solo. Ah, sim... antes de começar você e os jogadores decidem como será a leitura... de tantas cartas até chegar no Universo ou se serão apenas 3 cartas e o que cada uma delas significa. Jude e eu fizemos um jogo de 3 cartas muito parecido com o que eu faço toda lua cheia.

A medida com que andamos pelo tabuleiro, vamos encontrando arcanos maiores e cartas e sinalizações que nos chamam a contar histórias, usando cartas de arcanos menores ou cortes para montarmos a nossa leitura. E vamos anotando palavras-chave e ideias que aparecem. Muito bom é que quem joga com você, te ajuda a lembrar em tudo que você pensou. É um grande exercício de reflexão.

Quando o jogo terminou, eu tinha uma saída, uma chegada e um meio de chegar. O que eu achei mais divertido é o que arcano maior que consegui de cara foi O Mago... acho que ele gosta de um joguinho =) E terminei também com uma afirmação que construí frente aos arcanos que tirei. Adorei a leveza com que o jogo se constitui e com que as trocas de ideias, insights e leituras acontecem. Jude e eu saímos muito em paz das nossas leituras - ou pelo menos, foi o que ela me disse.

Bom, nem preciso dizer que eu adorei e que vou pedir o jogo... nossos Chás de Tarot serão muito interessantes com ele... além de outras modalidades... enfim... muitas surpresas.

Para conhecer a Jude, ela tem página no Facebook!

Para conhecer o jogo e comprá-lo, acesse o site: http://www.thetarotgame.com/

Care to play?
Pietra